domingo, 8 de abril de 2012

A felicidade sem apegos

"Seja o que for que faço, faço porque é justo diante do meu entendimento e não porque há alguém que possa premiar-me ou castigar-me na proporção de minhas ações.

O esforço para confrontar os atos de minha vida ao meu pensamento, chamo virtude.
A única recompensa da virtude é a própria virtude.
Se penso numa recompensa não sou virtuoso, pois a principal característica da virtude é o desapego.

Creio firmemente que a virtude desapegada cria a felicidade.

Aquele que tenta ser bom porque quer ganhar o céu, não é bom, é como um objeto que se vende. Aquele que evita ser mau porque não quer ser condenado ao inferno, não deixa de ser mau, é um covarde que se comporta porque teme.

É típico do fraco colocar a responsabilidade de sua própria felicidade sobre os ombros de alguma coisa externa a si mesmo.


Os ombros favoritos são os de Deus."


Marco Natali