quarta-feira, 16 de setembro de 2009

ELIZABETH

A incerteza as vezes mina o meu coração
E em meus passos vejo certa redundância
As vezes se torna difícil prosseguir
Ai de mim se não fosse a esperança

É incerto o futuro, tão incerto como as ondas
Mas em certos momentos eu invejo-as não tem redundância
Pois se desmancham e renovam-se
Enquanto meu coração aprisiona-se em lembranças

Puxa vida! Eu gritei tão alto, mas você não ouviu
Preferiu meu erros antes as minhas desculpas
Mas a cada dia eu procuro lhe mostrar
Que o amor redime a culpa

Pena que é tudo tão incerto
Menos o meu amor, ele não é desvairado, e nem barulhento
Mais singelo e atento, pois a qualquer chamada ele irá em seu alento]
Pena que é tudo tão incerto!

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